
1 - Já aqui escrevi que detesto as adjacências do futebol que, raios as partam, são o que de mais há.
Terei sido um dos 35 portugueses que não participou na masturbação colectiva resultante da vitória do Cristiano Ronaldo (CR7) no prémio de melhor jogador da FIFA em 2008.
O meu sentimento perante a náusea que foi o cortejo de reportagens e directos sobre a "cerimónia" e respectivas laterais, vagueia algures entre o asco e a revolta. Entre elas, mal contive um vómito...
2 - Perdi o luar de Janeiro. Desde pequeno que todos os anos o espero. Sempre me disseram que ele é o primeiro, o mais claro, o mais brilhante. O ritmo da vida retirou-mo do olhar, as luzes da cidade ofuscam-no e vulgarizam-no, como vulgarizam as nossas vidas tanto quanto as apalermam.
Nem o "brilho" do CR7 chega (era o que mais faltava) para tapar a glória de um luar de Janeiro. Aliás, o senhor CR7 passará, o luar e a sua luz estão lá, fiéis há milénios, sem ganhar prémios, sem estampar Ferraris ou engatar beldades inchadas de silicone.
Terei sido um dos 35 portugueses que não participou na masturbação colectiva resultante da vitória do Cristiano Ronaldo (CR7) no prémio de melhor jogador da FIFA em 2008.
O meu sentimento perante a náusea que foi o cortejo de reportagens e directos sobre a "cerimónia" e respectivas laterais, vagueia algures entre o asco e a revolta. Entre elas, mal contive um vómito...
2 - Perdi o luar de Janeiro. Desde pequeno que todos os anos o espero. Sempre me disseram que ele é o primeiro, o mais claro, o mais brilhante. O ritmo da vida retirou-mo do olhar, as luzes da cidade ofuscam-no e vulgarizam-no, como vulgarizam as nossas vidas tanto quanto as apalermam.
Nem o "brilho" do CR7 chega (era o que mais faltava) para tapar a glória de um luar de Janeiro. Aliás, o senhor CR7 passará, o luar e a sua luz estão lá, fiéis há milénios, sem ganhar prémios, sem estampar Ferraris ou engatar beldades inchadas de silicone.























